Dez razões para visitar o Douro – experimente uma vez na vida

O Douro esconde tesouros notáveis e que vale a pena visitar. Descobrimos os lugares durienses mais incríveis e tentámos encontrar dez razões para visitar esta parte do Norte.

Régua – Situada na zona mais central do Douro, a cidade é considerada a capital da Região Demarcada e uma das mais influentes cidades ribeirinhas da zona do Douro Vinhateiro. Entre o Porto e o Pocinho, a cidade de Peso da Régua merece uma visita, quer pela sua beleza natural, quer pelos locais de grande interesse que acolhe: o Museu do Douro, o Solar do Vinho do Porto, a Casa do Douro, o miradouro de S. Leonardo da Galafura, a Capela das Sete Esquinas, a Capela do Cruzeiro e a estação arqueológica do Alto da Fonte do Milho.

O Porto da Régua é o local de embarque e desembarque da maior parte dos cruzeiros que se realizam no Rio Douro.Para além disso, o seu cais com vista para Lamego é encantador é o local de tomada de cruzeiros que navegam diariamente no Rio Douro. Peso da Régua tem diversas quintas que se dedicam à produção de vinho e recebem visitantes. Basta marcar uma hora para conseguir provar alguns dos melhores vinhos do Douro e produtos típicos da região.

Santuário de Nossa Senhora dos Remédios – Um tesouro escondido do Douro está em Lamego. Muito próxima da Régua, Lamego é a segunda maior cidade da região, e apresenta um conjunto de vestígios do tempo dos romanos, por isso, os seus maiores “segredos turísticos” estão quase todos relacionados com História, tradição e cultura.

Erguido no cimo do monte, o Santuário proporciona uma vista sublime sobre a cidade. Para chegar à capela no cimo do monte são 686 degraus. Mas pode ir descansando porque há bancos ao longo dos lances de escadas. Aproveite o fim de semana e faça uma escapadinha ao Douro, passando por esta encantadora cidade!

 

Carrazeda de Ansiães- Para aqui chegar, recomenda-se fazer a viagem de comboio histórico na linha do Douro, ao longo dos 46 quilómetros que separam o Peso da Régua do Tua. A viagem é feita tendo sempre no horizonte a paisagem do Rio Douro e das belas vinhas que são Património Mundial da UNESCO.

Os amantes da vida ao ar livre têm particular apreço pelos seus dois circuitos turísticos: o circuito turístico do Castelo e dos Moinhos e circuito Turístico do Castelo e do Douro. Estes circuitos funcionam entre março e setembro, são gratuitos, mas estão limitados à participação mínima de oito visitantes.

Localizada no exterior das muralhas do Castelo de Ansiães, com um traçado simples de uma só nave com duas entradas laterais, sem portal axial e com elementos decorativos muito modestos, a igreja de S. João Baptista acaba por constituir uma curiosidade, uma incógnita e uma surpresa no panorama do “românico” português. Os resultados arqueológicos até ao momento obtidos dão como praticamente adquirida uma cronologia bastante antiga para a sua fundação, podendo-se afirmar que estamos perante uma construção de raiz pré-românica com sucessivas adaptações e restauros durante a Baixa Idade Média.

 

Miranda do Douro – Habitada já desde a Idade do Bronze,Miranda do Douro foi uma importante cidade no tempo dos romanos e os vestígios que por ali deixaram fazem dela uma referência cultural, social e religiosa. As ruas são muito bem estreitas, mas isso acaba por ser uma vantagem já que, deste modo, vai poder ver e apreciar de perto as antigas portas de casas quinhentistas que o conduzem à Catedral.

Visite a Sé: lá dentro aprecie os magníficos retábulos e demore-se na imagem do Menino Jesus da Cartolinha. O antigo Convento dos Frades Trinos é, hoje em dia, a Biblioteca Municipal. Bem lhe dissemos que nestes locais havia um Douro por desvendar!

 

Miradouro de Casal de Loivos – Na Região do Douro pode encontrar mais de uma dezena de miradouros cuja vista promete deixá-lo completamente boquiaberto. Todavia, temos de escolher um para integrar esta lista de 10 lugares encantadores e, desta vez, a escolha recai sobre o de Casal de Loivos. O Miradouro do Casal de Loivos é considerado um dos mais belos miradouros do Douro.

Situado no concelho de Alijó, o miradouro já foi considerado pela BBC um dos mais bonitos do mundo e tem uma vista privilegiada sobre as vinhas em socalco tão caraterísticas desta região e sobre as aldeias pontuadas aqui e além pelas encostas. Daqui pode ver-se, ainda, o Rio Douro e os seus cruzeiros a atravessarem as suas águas.

Parque Arqueológico do Vale do Côa – O Parque Arqueológico do Vale do Côa, em Vila Nova de Foz Côa, esconde uma grande pérola pré-histórica de arte rupestre ao ar livre. Também considerado Património da Humanidade pela UNESCO, o parque tem 26 quilómetros e mais de 60 núcleos rupestres. São rochas que escondem segredos e séculos de história. Tudo isto, num dos locais do Douro onde mais se respira natureza.

Este Parque Arqueológico tem, ainda, um magnífico Museu.  Desfrute de algumas das mais típicas experiências no Douro e divirta-se num dia em pleno!

 

Ucanha – É bem provável que esta esteja a ser a primeira vez que lê este nome. Trata-se de uma aldeia do concelho de Tarouca que foi, em 2011, classificada como aldeia vinhateira do Douro. Está escondida, mas, tal como este texto pretende destacar, é encantadora porque está situada na encosta que desce até ao Rio Varosa e é um local com um grande património histórico.

O monumento mais importante de Ucanha é a sua torre que ganhou o título de monumento nacional, uma vez que, na era medieval, foi o principal local de defesa junto à ponte, além de servir de posto de controlo e de cobrança de portagens. Aqui há também uma praia fluvial.

Pocinho – Situado na margem esquerda do Rio Douro, o Pocinho é, igualmente, um dos lugares menos conhecidos do Douro, mas que atrai sempre quem o visita. Sendo um lugar com uma deslumbrante vista sobre o Douro e o seu vale, o Pocinho também pode ser descoberto através do passeio de barco.

A ponte rodoferroviária é a que mais dá nas vistas e, para contrapor, tem também as ruelas bem estreitas para calcorrear. Mas atenção: os montes do Pocinho não se conseguem ver numa viagem de carro: só de barco, o que lhe confere ainda mais exclusividade turística.

 

Favaios – Está na terra de um dos mais deliciosos vinhos Moscatel de Portugal, Favaios é produzido no Douro, e mais concretamente nesta aldeia perdida no meio da região que remonta à Idade do Ferro. Verde, verde e mais verde marcam uma paisagem na qual as vozes que ouve são tão amigáveis que lhe vão parecer familiares.

As quintas desta região têm muito orgulho na sua história e proporcionam experiências únicas e bem típicas a quem as quiser conhecer, acompanhadas por uma boa prova de vinhos e por músicas tradicionais. Há, também, capelas belíssimas e o Museu do Pão e Vinho.

 

Cinfães – Banhada pelos rios Douro e Bestança, Cinfães está situada no distrito de Viseu.  Os primeiros povos que habitaram a região terão sido os Celtas, cuja mistura com outros povos nómadas terá resultado na origem dos lusitanos da Idade do Ferro. Os primeiros povoados resultam da conquista romana e hoje estão unidos por estradas e pontes medievais num surpreendente bom estado de conservação.

No artesanato, destacam-se a cestaria, os tamancos e correeiros em madeira ou cabedal, a tecelagem, a latoaria e a chapelaria. E não pode ir embora, claro, sem entrar nas igrejas Românica de Escamarão, Românica de Tarouquela e de São Cristóvão de Nogueira.

 

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