Baixo Sabor aumenta oferta turística

O município Moncorvo vai investir cerca de 300 mil euros na construção de dois cais fluviais, um junto ao Lago de Cilhades, no Felgar, outro em Cardanha, duas freguesias ribeirinhas do Baixo Sabor, indicou a autarquia.

Segundo o presidente da câmara de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, o território do Baixo Sabor tem mais de 70 quilómetros de águas navegáveis e mais de 200 quilómetros de margens “com grande potencial turístico”.

A autarquia vai avançar igualmente “com o estudo do ‘Sabor Lake Resort’ que, além dos dois cais fluviais, contempla um barco com realidade aumentada, um aglomerado de casas palafitadas (em cima de estacas), um anfiteatro e praias fluviais.

“Não podemos estar à espera de entidades públicas que tinham a obrigação de ter já o estudo pronto, sob pena de, qualquer dia, começarem a surgir várias construções sem licenciamento no local”, indicou o autarca transmontano.

Nuno Gonçalves, adiantou que a construção dos cais terá um custo de cerca de 300 mil euros, sendo que 90% do investimento será suportado pelo Fundo do Baixo Sabor e 10% pelo Município de Torre de Moncorvo.

Os “Lagos do Sabor” são constituídos por cerca de 70 quilómetros navegáveis numa albufeira que resulta da construção da barragem do Baixo Sabor, abrangendo quatro concelhos do distrito de Bragança: Torre de Moncorvo, Alfândega da Fé, Mogadouro e Macedo de Cavaleiros.

Segundo os municípios promotores, os “Lagos do Sabor”, são um “projeto identitário daquele território do Baixo Sabor, para criar um eixo de turismo sustentável”.

Em 2017, foi aprovada uma candidatura ao Portugal 2020 com o objetivo de promover a valorização turística do património natural da albufeira do Baixo Sabor e marca “Lagos do Sabor”.

Ao longo do percurso estão já colocadas 34 estruturas feitas em madeiras, “que não criam impacto visual” na paisagem, onde serão colocados mapas, roteiros, sugestões gastronómicas ou monumentos a visitar nos quatro concelhos que integram o circuito.

O projeto “Lagos do Sabor” prevê ainda a criação de um “Eco-Resort” flutuante, com unidades de alojamento e capacidade de navegação nos lagos e pontos de ancoragem em forma de flor de amendoeira com pequenas piscinas centrais.

A isto, somam-se praias fluviais e ancoradouros”, abrangendo os quatro municípios numa única gestão ao longo de 70 quilómetros de lagos.

Outras das iniciativas passa pela criação de um sistema de visitação do território com uma embarcação de passeio, dotada de conteúdos interpretativos e realidade aumentada, e o reordenamento da rede de percursos pedonais, promovendo a sua ligação através de um grande circuito panorâmico automóvel.

Em 2017, foi aprovada uma candidatura ao Portugal 2020 com o objetivo de promover a valorização turística do património natural da albufeira do Baixo Sabor e marca “Lagos do Sabor”.

Notícia de Diário de Trás Os Montes

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